domingo, 4 de janeiro de 2009

A curiosidade matou o gato


Qual é a tua? Pareces parvo, da maneira como chamas pela perigo e pela dor. Quase parece masoquismo. Sim, estou a falar para ti. Bah, agora não me venhas dizer que não sabes do que é que estou a falar.
Sabes quando alguém te diz "Não cheires as minhas meias que cheiram a chulé!" e tu, feito parvo, abres as narinas, pegas nas meias e desejas não o ter feito? Ou então quando alguém, querendo proteger a tua inocência, te avisa "Não toques nesse cacto que ficas aflito!" e meia hora depois estás nos cuidados intensivos a tirar espinhos da mão? Também há aquela "Não abras os olhos". O que é que fazes? Espreitas, pronto. Não vale usar sinónimos. Outro desses teus episódios: "Não andes todo nú pela casa! Vais constipar o grilo!"...Nem preciso de dizer como acaba.
É inevitável. Fazes tudo o que te dizem para não fazeres. É mais forte ...O bichinho entra-te no corpo e sobe-te à cabeça. Tens de o fazer e ponto final. "O fruto proibido..."
Moral da história: Tu e a tua curiosidade vão acabar por matar-te.

Ah, deixa lá...Eu também já quase que destruí o mundo com essas manias. Mas, lá está, eu não sou exemplo para ninguém.

(Pergunto-me se esse tipo de psicologia invertida funciona nestes casos: Não leias este blog. Nem te atrevas a comentar!)

3 comentários:

Carolina disse...

e se eu comentar, a curisiosidade também me vai matar? :'x

Marta Rosa disse...

Ai, já tinha lido quando vi o aviso. E deu-me uma enorme vontade de comentar. :)
Grande texto.

JM disse...

Parece que a psicologia invertida funciona mesmo =)